Sangue. Muito sangue! A alegria do cobarde! Sangue novo, bem novo, o festim do facínora, do sociopata Vladimir Putin, ao lado do qual, devido à sua desumana crueldade, o próprio Hitler nem parece um mau rapaz.
O objetivo final de Putin é reerguer
a “Pátria- mãe”, tornando a Rússia grande outra vez. Mais uma vez a Rússia
será grande de escombros, de miseráveis, de aves de rapina e de párias. Os seus
grandes valores, culturais, económico e sociais serão reprimidos e a Sibéria
voltará a ser a casa dos excluídos e espoliados do regime de Putin. Putin terá
lugar na história, pelos piores motivos. O maior êxodo após a segunda guerra
mundial é agora protagonizado por Putin. A história, lembrá-lo-á como o
cobarde, que usou da força bruta para expor as suas ideias. Dizimou cidades,
vilas e aldeias e matou populações inocentes, tudo porque uma nação vizinha
quis escolher o seu proprio destino. Este facto não o permite o cobarde, pois
que, sobretudo, esse vizinho quer outras companhias. Ouve-se com alguma
frequência “especialistas” dizerem que os EUA não aceitariam ter à sua porta (México,
Canadá, etc.) uma “NATO” e é isso que os russos dizem que estão a fazer, pois
consideram que integrar a Ucrânia na NATO, é uma forte ameaça para a sua
segurança nacional. Este discurso só é possível para as superpotências que
definem a sua segurança nacional, através do seu arsenal bélico. Mas
evidentemente, é um discurso capcioso, cheio de inverdades e “monstros no
sótão”. Basta ver, que não é o conceito de vizinhança que atormenta estes
belicistas em particular o cobarde Putin. A “vizinhança” da Rússia com o
Afeganistão é de quatro mil quilómetros de distância; a “vizinhança” com a
Síria são de cinco mil e quinhentos quilómetros de distância; a “vizinhança”
com a Crimeia são de quatro mil setecentos e cinquenta quilómetros de distância,
etc., etc. As razões são outras e bem mais claras. O cobarde Putin, tem o sonho
czarista, de governar de forma absoluta, agindo politicamente em função da
grandeza imperial e da ampliação de seu poder como déspota. É nesta confluência
híbrida entre o czarismo e o período soviético, da Pátria-mãe, expressão
multiétnica da União Soviética que o cobarde Putin, estende os seus tentáculos à
Ucrânia e a todos os outos territórios “filhos-da-mãe”, desavindos.
Para cumprir estes seus desejos,
Putin, o cobarde, dispõe-se a reduzir os países a cinzas. Veja-se o que se
passou em 2008, na guerra da Geórgia com as suas repúblicas secessionistas da
Abcásia e da Ossétia do Sul, que levou à intervenção russa, com a derrota
georgiana e o posterior reconhecimento por Moscovo da independência abcase e
osseta. Desde então, dividida entre lutas políticas internas, a Geórgia saiu do
primeiro plano da atualidade e nunca mais recuperou a integridade territorial. Há
quem defenda que a invasão à Geórgia teria sido um "teste" russo para
atacar Ucrânia. Seja como for, a verdade é que aquilo que Putin, o cobarde, fez
agora na Ucrânia - e tinha já feito há 14 anos na Geórgia, quando era
temporariamente primeiro-ministro - é uma cartada forte para atingir o seu
óbvio objetivo de pôr Moscovo à frente das repúblicas saídas da União
Soviética, com exceção dos países bálticos, membros da UE e da NATO desde 2004.
A vingança do cobarde, foi o
reconhecimento musculado da independência das repúblicas separatistas
pró russas de Donetsk e Lugansk, comparável com a situação vivida em território
georgiano em 2008.
Segundo o presidente georgiano “Está
a repetir-se o mesmo guião que levou à ocupação de 20% do território”
daquele país do Cáucaso, quando Moscovo reconheceu a independência da Abecásia
e Ossétia do Sul, passo que levou à rutura de relações entre a Geórgia e a Rússia.
Depois da desintegração da União
Soviética e da declaração da independência da Geórgia, ambas as regiões do
norte da Geórgia, e que fazem fronteira com a Rússia recusaram integrar-se nela
e proclamaram a sua autonomia, que não foi aceite por Tbilissi. A Geórgia
continua a reivindicar a sua soberania sobre os territórios e a comunidade
internacional sem os reconhecer.
É esta a estratégia do cobarde. Reconquistar as repúblicas saídas da União Soviética, nem que para isso, as tenha de dizimar, primeiro.
Putin, o cobarde, está na sua fase vampiresca, antes de entrar no nuclear!