sexta-feira, 11 de março de 2022

𝐎 𝐂𝐄𝐑𝐂𝐎 𝐃𝐎 𝐂𝐎𝐁𝐀𝐑𝐃𝐄! – Parte II (O uso de armas proibidas)

 O governo de Putin recrutou mais de dez mil chechenos e um grupo de especialistas sírios em combate urbano para lutar na Ucrânia. O governo de Putin, ‘plantou’ milhares de minas (diz-se que mais de 10.000), em várias cidades, principalmente, em Mariupol na Ucrânia Oriental. Estes são os tiques do cobarde ditador. Chefe de uma autodenominada potência militar, com um contingente humano de cerca de 850.000 militares, arrasta para a invasão da Ucrânia, brigadas sanguinárias e genocidas da Chechénia, verdadeiros criminosos de guerra, colocados no poder pelo ditador Putin, após o esmagamento daquele país, e aproveita-se dos restos do moribundo exército sírio, para os deslocar para a Ucrânia em nome de nada. Putin, que tem a oposição de uma boa parte do povo russo, à invasão da Ucrânia, lança mão de forças terceiras, para atingir os seus objetivos e minimizar as baixas do lado russo, assim tentando escapar à forte oposição do povo russo, sobre esta invasão. Este ditador, porém, não escapa ao escarnio de quem se diz chefe de uma potencia militar, sem força intelectual para o combate. Um país, incomparavelmente menor, do ponto de vista militar, em todos os sentidos, tem mostrado uma força inabalável perante o ditador e as suas forças estrangeiras, de suporte à sua guerra. O ditador cobarde, desde o início do século XXI, que não faz outra coisa, que não invasões e guerras aos seus vizinhos, tentando recuperar o mito da “Pátria-mãe”, velho slogan da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), desmantelada em finais de 1991.

Assim foi, com a 2.ª guerra da Chechénia, nos inícios do século. Perante as denúncias de massacres, estupros e torturas cometidos pelas tropas russas contra centenas de civis estes levaram a população chechena, a retaliar realizando emboscadas e ataques suicidas contra as tropas russas, enquanto os bombardeios aéreos russos, prosseguiam. Em junho de 2000, o presidente Vladimir Putin colocou a Chechênia sob administração direta da Presidência da Federação, assim pondo termo à autodeterminação e independência daquele povo.

O cobarde, vai cercando as cidades na Ucrânia, deixando um rasto de destruição e morte inimaginável, com a frieza de quem não tem quaisquer escrúpulos e respeito pela vida humana. O cobarde, lança misseis e granadas para dentro das cidades, sem distinção de objetivos e ensaia o usos de armas proibidas pela Convenção de Haia e o Protocolo de Genebra, como projéteis expansivos e minas e armadilhas. É de uma cobardia atroz, usar projéteis expansivos e minas e armadilhas em cenários de guerra citadinos em estradas e caminhos que ligam as cidades, por onde se deslocam as populações diariamente, sendo estropiadas e mortes, sem dó nem piedade, numa verdadeira atrocidade cometida pelo exército russo contra populações civis indefesas e alvos civis proibidos, demonstrativos de um exército de pulhas sanguinários e párias. O cobarde prepara-se para usar armas químicas e biológicas, destruindo totalmente um país com efeitos e reflexos que vão muito para além da Ucrânia. E aqui, há que repensar a estratégia de defesa dos povos europeus. O cobarde tem um objetivo, e não vai parar enquanto não o alcançar. A Ucrânia já parece pouco, para os desejos imperialistas do cobarde. O cobarde está disposto a espalhar o terror por todos os seus vizinhos de modo a “dobrá-los” aos seus desígnios, ou seja, reerguer a “Pátria-mãe”. As sanções aplicadas não param o avanço militar das tropas russas, carros e equipamentos, que têm em quantidade suficiente, para se matarem uns aos outros, levando atrás as vítimas inocentes deste cobarde sanguinário. O uso de armas proibidas como os projéteis expansivos, as minas, as armas biológicas e químicas e as armas nucleares, as primeiras já no terreno e as últimas, ao nível das ameaças, são indicadores mais que suficientes para a comunidade internacional, designadamente, os Estados Europeus, reverem com brevidade a resposta que tem sido dado ao invasor russo. O cobarde russo, no seu desejo expansionista, prepara-se para infligir danos irreparáveis à Europa, caso os países europeus teimem em manter uma postura dúbia.

 

   

   

 

 

 

 

 

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