A SEGUNDA PANDEMIA DO SÉC. XXI
Todos se lembram que inicialmente
(2019) o vírus designado como SARS-CoV-2 foi o nome oficial para a doença
causada pelo novo coronavírus.
Porém, os pesquisadores vinham
clamando por um nome oficial para evitar confusão e estigmatização de qualquer
grupo ou país.
Era necessário encontrar um nome
que não se referisse a uma localização geográfica, a um animal, a um indivíduo
ou a grupo de pessoas, e que também fosse pronunciável e relacionado à doença,
já que a China era apontada como a responsável pela “criação” do vírus e tudo
se agravou quando o governo chinês troca as autoridades de saúde no epicentro
do surto perante a crescente indignação popular.
Então é anunciado pela OMS, um
nome para a doença. COVID-19.
A COVID-19 deixou de ser
considerada uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional pela
Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio de 2023.
Nem volvidos dois anos, e nova pandemia assola o mundo. Uma estirpe vinda dos Estados Unidos da América (EUA) e desenvolvida nos laboratórios de Israel é disseminada pelo mundo fora, criando a destruição e morte, transformando os países em alvos militares e as cidades em cenários de guerra.
Esta estirpe, que tem em DT-25, o agente infecioso principal desenvolve-se com grande facilidade em países produtores de petróleo, gás, minerais e pedras raras. Através da sua linhagem, esta estirpe infeta todos por onde passa. Vivem em casulo e distribuem em casulo.
Os EUA, como tal, já não são uma grande potência. São a maior praça comercial do mundo. O governo atual não faz política, faz Guerra. Faz Bitcoins, Joga na bolsa enquanto investidor presidencial. A família utiliza os mesmos meios e beneficia de informação privilegiada. Um país ao serviço de uma família.
No intervalo do
saque interno, lança bombas, drones e misseis, para sacar petróleo. O Direito
Internacional paralisou, face à pandemia DT-25. No epicentro do surto cresce a
indignação popular nos EUA.
Remover a estirpe DT-25,
tornou-se uma emergência mundial.